Pouso Alegre tem cerimônia de lançamento da Pedra Fundamental do Hospital Oncológico

 Esta sexta-feira, 19 de novembro, foi de celebração para a saúde de Pouso Alegre. A Prefeitura Municipal e a Fundação do Vale do Sapucaí realizaram uma cerimônia para marcar o lançamento da pedra fundamental da construção do Hospital Oncológico Samuel Libânio.
 
"A boa política é entregar ao povo aquilo que ele mais precisa. Essa obra não é de Pouso Alegre, essa obra é nossa. Nós vamos ter que dar as mãos pra pô-la em funcionamento. Olhem com muito carinho pra essa obra.", diz o prefeito Rafael Simões.
 
O evento realizado no pátio do Terminal Rodoviário teve a presença do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, que afirmou confiar na boa gestão do novo hospital de Pouso Alegre. "Sabemos que o prefeito Rafael Simões, que sua equipe, têm capacidade de gerir, que não vão desviar recursos públicos e esse hospital vai salvar vidas. Essa compreensão que eu quero que chegue e Brasília. Vou levar esse evento a Brasília pra que todos saibam que os recursos devem chegar aos quatro cantos do Brasil".
 
Para o senador Antônio Anastasia, que possui ligação com Hospital Samuel Libânio de longa data, é preciso que todos se unam pela saúde. "Vamos trabalhar juntos por Minas, pelo Sul de Minas, por Pouso Alegre e pela saúde de cada um".
 
"O novo Hospital Oncológico vai atender pacientes da região, fazendo com que eles deixem de viajar muitos quilômetros pra ter atendimento. Pouso Alegre está entrando no rol de cidades que oferecem atendimento oncológico de qualidade à população. É um ganho pra nossa população.", destacou o Deputado Estadual Dr. Paulo Valdir.
 
No evento foi apresentado ainda o novo neuronavegador adquirido para o Hospital Samuel Libânio através de uma emenda parlamentar do Deputado Bilac Pinto, que vai revolucionar as neurocirurgias na região. "Nós temos um único objetivo: fazer com que o Sul de Minas possa ser, cada vez mais bem representado e melhor", afirmou Bilac Pinto.
 
"Nosso neuronavegador está fazendo cirurgia no SUS sem custar nem um real pra ninguém. O pobre hoje vai operar com o que tem de mais moderno", finaliza Rafael Simões.